sexta-feira, 27 de dezembro de 2013

Cachorro também tem cólicas

Ontem cheguei em casa de volta do serviço, quê dia quente, 34º, que calor! Mas antes porem parei no salão da LOI, arrumei unhas e sobrancelhas para a passagem de ano, duas horas depois finalmente lar doce lar. NIna e Magg fizeram a festa, elas sempre demonstram muita alegria quando entro em casa. A Nina me recebe com mordidinhas nas mãos enquanto a Magg com latidos me cobrando atenção. me olha lá de baixo, recolhe as orelhas pontudas e faz aquela carinha irresistível tipo me pega no colo.
Ontem porem foi um pouco diferente, a Magg estava um pouco quieta. Peguei as guias e como sempre, assim é a minha rotina, desci levando ambas para o merecido passeio depois de horas em casa. A Nina não demorou muito despachou tudo que erá sólido que tinha por dentro, já a Magg apenas líquidos,observei meio com preguiça que a Magg tinha um ligeira elevação no dorso, andava com as costas arqueadas mas não dei importância, estava também muito cansada e minutos depois voltamos e adentramos. A Nina logo sumiu em instantes para o seu cantinho favorito em dias de calor: embaixo da minha cama. Então dei uma rápida geral na casa, recolhi o lixo e desci com a Magg na minha sombra, ela não desgruda de mim, joguei o lixo na lixeira, dei uma olhada nos enfeites do natal, arrumei um dos piscas que não estava piscando. Foi aí que percebi mais nitidamente que havia algo de errado com a Magg, ela começou a se contorcer na grama, queria se soltar da coleira. Puxei e vi que ela estava com dor, pois me olhava assustada e se debatendo, sentei-me no chão e puxei-a para o meu colo, procurei algum sinal de picada de bichos, pois é comum abelhas nesta época do ano, também procurei algum marca de briga entre ela e a Nina, bobagem da minha cabeça, pois se a Nina pega a Magg sem eu estar presente, acho que não sobra nada de vivo pra resgatar, coitada, ela choramingava, . Aparentemente ela estava ok por fora, era alguma coisa dentro dela, então vi que o corpo estava todo duro, apresentava rigidez nos movimentos, as patas também se movimentavam lentamente, parecia mancar e  tinha lágrimas nos seus olhinhos esbugalhados. Me assustei! E agora?! Já se passava das 21:00! A onde eu iria conseguir veterinário a essa altura do campeonato, praticamente fim de ano, todo mundo viajando? Liguei para o vet 24 horas que sempre nos atendia. Nada. Procurei outros telefones. Nada. O jeito foi mante-la em observação em casa mesmo. Ela se encolheu no sofá e ficou bem quietinha, durante a noite de vez em quando eu me levantava pra espiar e lá estava a bichinha com suas orelhas em pé, despertava toda vez que eu aparecia e voltava a se encolher.
O dia raiou com um sol que prometia escaldar a cabeças e carecas.Ah Deus! Quando o dia amanhece assim com céu de brigadeiro, fico preocupada com os bichos da cidade que não vão encontrar água tão facilmente. Já era difícil antes e ficou quase impossível agora encontrar poças de águas, fontes e etc, depois de implementado os programas de combate a DENGUE que proibiu qualquer acumulo de água parada. E o ecossistema como é que fica? Os pássaros, cães, gatos e outros bichos que vive nas áreas urbanas?Como viabilizar pequenas fontes de água potável nos parques e áreas verdes ?Pois com estas preocupações partimos logo cedo para o vet 24. Lá estava o Dr Douglas de Plantão.
Ele sempre alegre foi logo  informando que nesta época do ano é comum as consultas por causa das festas. Examinou e confirmou que a Magg estava dura, estava com cólicas, aplicou-lhe dois medicamentos via intravenosa e nos mandou pra casa com receita de remédio pra dor e um laxante. A conta não ficou barata, mas a vira-lata voltou medicada e com uma leve melhora, pois logo quis me morder quando fui limpar seus olhos esbugalhados e quando tentei apalpar sua barriguinha inchada. Danada! Ela come de tudo em casa e ainda cata do chão. Agora vou cuidar pra evitar que a Magg pegue coisas nas ruas. Que ironia !Esta vira-lata estava quase morta quando a recohi, agora que come do bom e do melhor me faz este papelão de visitas ao vet em época de festas de fim ano com cólicas só porque comeu porcarias de chocolate ou qualquer coisa gordurosa. Opss, será que foi a empadinha de queijo? Xiiiiii

quinta-feira, 26 de dezembro de 2013

Fogos de artifício causam transtornos para os cães; saiba por que e como lidar







Fogos de artifício causam transtornos para os cães; saiba por que e como lidar
A hora da virada pode ser muito estressante para o seu animal de estimação
Camila Queiroz (camila.queiroz@redebahia.com.br)publicidade
Com a chegada do Réveillon, quem tem cachorro em casa sabe que esta festa pode ser estressante para seu animal de estimação. Os fogos de artifício, que marcam principalmente a tão esperada virada de ano, causam transtornos para os cães, que, no mínimo, tomam um grande susto.
"Nessa época de festas, os cães, por ter um nível de audição altíssimo - alguns autores dizem que o cão pode ouvir mais de 20 vezes mais do que o homem - eles sofrem muito mais", explica o médico veterinário Gilton Marques. Para minimizar esse estresse durante os fogos de artifício, o correto, segundo ele, é que o cão venha tomando semanalmente, desde meados ou final de novembro, produtos homeopáticos ou calmantes alopáticos específicos da área veterinária.
Gilton explica que, normalmente, os produtos para minimizar o estresse não funcionam quando utilizados no momento da viagem da família ou do evento dos fogos de fim de ano. "Exatamente porque precisa de uma certa quantidade, principalmente do triptofano, que dá o maior nível de conforto ao animal, em quantidade sendo feita semanalmente para prepará-lo para o momento da crise", explica o médico veterinário. Ou seja, para quem não se preparou com antecedência, fica a dica para o próximo ano. 

De acordo com dr. Gilton, existem alguns remédios, como a acepromazina, que é vendido através de receita veterinária nos pet shops e que é utilizado como tranquilizante. "Só que nesse momento aí você vai ter um animal literalmente tranquilizado, um pouco desconectado do ambiente da família. Ele não chega a ficar anestesiado, mas ele fica meio, vamos dizer assim, dopado, para interagir menos", ressalta. O médico veterinário afirma que, no caso de animais que tenham epilepsia ou problemas cardíacos de família, por exemplo, "é interessante fazer [dar esses remédios] ou, quando não, isolar esse animal em um ambiente acústico ou que tenha uma menor frequência de som dos fogos de artifício e outras coisas mais".
Fonte:Fogos-de-artificio-causam-transtornos-para-os-caes-saiba-por-que-e-como-lidar/?cHash=6af82a756e2ee9cba56414e996db34ac

sexta-feira, 6 de dezembro de 2013

Em Salvador-Ba. Ônibus adaptado oferece castração gratuita para cães e gatos

Foto de Priscila Machado
Um ônibus adaptado vai fornecer castração gratuita para animais de rua e de donos que não tenham condições de pagar pelo procedimento na capital baiana.
O ônibus, batizado de Castramóvel, é equipado com cinco mesas de cirurgia, climatização e pias para lavatório.
A ação é fruto do primeiro projeto de indicação da Câmara Municipal, sugerido pela vereadora Ana Rita Tavares. O PIN nº 001/2013 foi acatado pelo prefeito ACM Neto em abril. A previsão é que os primeiros atendimentos sejam realizados em este mês.
O ônibus que, segundo a vereadora, estava inutilizado no pátio da gestão municipal, contará com uma equipe formada por 12 pessoas e coordenada pelo veterinário Augusto Angelin.   
"A reprodução indiscriminada é um problema que merece atenção, pois resulta em  abandonos, maus tratos, e zoonoses. Até o turismo pode melhorar, na medida em que as ruas ficam mais limpas e organizadas", diz.
Estima-se que mais de 200 mil cães e gatos vivem nas ruas, em Salvador. O descontrole populacional desses animais possibilita a proliferação e a transmissão de doenças, além da prática de maus-tratos.
Procedimento
A previsão é que o primeiro bairro a receber o Castramóvel seja o Nordeste de Amaralina. "A escolha foi feita em função da organização do distrito. Precisamos de suportes, como reservatório de água e banheiros. E nesse sentido, o bairro é organizado", explica.
Para a realização da cirurgia, serão exigidos o RG e o comprovante de residência.
Protetores de animais também poderão contar com o atendimento. O ônibus vai ficar estacionado por um período de 30 a 60 dias, em cada bairro. Diariamente, 30 animais devem ser atendidos.
A equipe ainda estuda uma forma de viabilizar o processo pós-operatório. A proposta é que o procedimento seja feito em parceria com ONGs de proteção animal, em uma das instalações do Centro de Controle de Zoonoses (CCZ).
O projeto também prevê um trabalho educativo com distribuição de panfletos e exibição de filmes.

quinta-feira, 5 de dezembro de 2013

Ela voltou!

Não! Não! e Não!
Desde o começo eu sabia que não poderia ficar com aquela cadelinha.
Recolhi da rua, cuidei da sua fome e sede, levei-a ao médico, mas sempre com o pensamento de não ficar com ela. Mas no fundo bem que eu queria ficar.
Que nada! Não posso!
Pensava que duas cadelas tão diferentes em proporções não dava pra mim. Uma iria engoli a outra e não foi por falta de avisos.
Então, coloquei em sites, no Facebook e até no mural de aviso do condomínio. quem sabe ela encontraria um lar perfeito: Sem crianças, sem pessoas idosas e principalmente sem outra cadela, só assim ela reinaria, dona de tudo. Bem era isto que eu achava que ela merecia. Tão espevitada, tão alegre, tão cheia de energia, tão brava, mas a danada tinha um jeito todo especial de cativar as pessoas.
Quando ela finalmente foi embora, todos no condomínio perguntavam por ela e ficavam tristes e me deixavam mais triste ainda.
Quem diria! Lá estava eu toda saudosa, afinal foram três meses, 24 horas com esta vira-lata dentro da minha casa, vira-lata modo de dizer, ela não passa de 3 kg tem uma cara de yorkshire e um corpo paulistinha.
Sabendo que a acomodação dela no novo lar estava muito difícil, liguei e pedi de volta. Pronto! ela chegou e tudo vai começar.
Estou feliz!